sábado, agosto 07, 2004

Jantar e cozinha experimental da Fran

Ontem a noite na casa da Fran jantarzinho a três show, ela na cozinha experimental fazendo e ao mesmo tempo uma disputa infernal para ver quem falava mais, falavamos muiiiiito! Daeeeee o Junior disse que estavamos de cobaia como ratos brancos de laboratório! Eis que ela entra com o tal empadão! Hummmmmmmm! Na boa algo assim pra lá de baumm!!! Depois quero postar uma foto da Fran aqui! Garota arranjarás muitos pretês agarrando pelo estômago!!

a vaca voando pro bejo

O Juruba me mandou um e-1/2 com assunto Playstation Iraquiano


clique


desse jeito a vaca vai pro brejo voando Humor Negro (+engraçado)!

quarta-feira, agosto 04, 2004



:: Redes - Um Horizonte de Possibilidades ::
Uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização
Esta publicação vem sendo pensada há muito tempo. Horas de conversas, encontros, estudos e trocas entre muitas pessoas e redes foram fundamentais para a proposição de um guia como este.
Foi também por conta de muita criatividade e idealismo que as próprias redes saíram do papel para existir no mundo e ajudar a transformar as relações sociais, as formas de aprender, de trabalhar e de atuar sobre a realidade.
Tudo isso faz parte de uma aposta: é possível construir formas de organização social inovadoras, baseadas em princípios democráticos, inclusivos, emancipadores e que busquem a sustentabilidade. Desta forma, organizações, pessoas e grupos de todas as partes, do local ao global, podem somar seus talentos, vocações e recursos em torno de objetivos comuns e fortalecer a ação de todos.
Criando conexões abrimos à nossa frente um enorme horizonte de possibilidades. Podem ser parcerias, trocas, amizades, afetos, novos valores e formas de convivência, criação de conhecimentos, aprendizados, apoios, diálogos, participação, mobilização, força política, conquistas e muito mais.


Direto do WWF.
A dica Paulo Bicarato QUE PEGOU DE UM CAMARADA DO orkut

A REDE É ASSIM O BICHO PEGA

Que tipo de amigo é você?

Que tipo de amigo é você?
Podemos classificar nossos amigos de diversas maneiras.
Mas depois do advento do e-mail, um novo tipo de classificação pode ser feita


Clique no sapinho e saiba direitinho ... do que eu tô falando

terça-feira, agosto 03, 2004

Idéias para o futuro e a preservação dos golfinhos

Estamos precisando dar mais significado a nossas vidas, contribuir efetivamente para o futuro da coletividade! Tenho comigo que ser um visionário do mundo futuro, tipo olhar o que ta brotando hoje e o que será amanhã. Entendendo o sentido da minha vida e transformar o talento em ação ... essa é profissão que pedi a Deus. Com as pessoas que me relaciono e identificome: vejo mudanças sociais que terão impacto positivo no futuro, e trabalhar muito mas muito mesmo para dar realidade a essas mudanças. Dai me vem a idéia que assim que vivem sobrevivem o golfinhos, criaturas inteligentes, com capacidades de generalizações, avaliações e realizar surpresas....

GOLFINHOS



O mito

A Grécia Antiga honrava os golfinhos como deuses e mantinham até um santuário para o Deus Golfinho. Os maoris, do Pacífico Sul, tinham como certo que os golfinhos eram mensageiros dos deuses. Muitas outras culturas celebravam rituais para honrar os golfinhos e pedir sua proteção. Para os índios brasileiros eles eram seres encantados.

Considerados os humanos do mar, tratados como personalidades no cinema, na televisão e nos grandes aquários marinhos, a ficção-científica reservou para eles a fama de serem animais muito inteligentes, capazes inclusive de conversação. E chegaram a essa conclusão pelo tamanho avantajado do cérebro desses animais.

Muito curiosos e aparentemente sociáveis, os golfinhos selvagens são difíceis de estudar e sabemos relativamente pouco sobre eles, mas tudo indica que como a inteligência humana serve às nossas necessidades, a inteligência dos golfinhos é voltada para as necessidades deles. O cérebro grande seria indispensável para processar os sons que eles emitem e recebem de volta como eco, tal como faz o sonar.

O golfinho é capaz de gerar um som, dentro dos seus sacos nasais (situados por trás da nuca). A freqüência desses sons é mais alta quando ele está caçando do que a que usa para se comunicar com outros golfinhos. E difere de espécie para espécie. Quando o som atinge um objeto, parte da energia da onda é refletida de volta. A nuca funciona como uma lente que foca o som num feixe que é projetado para a frente e, pelo menos aparentemente, o eco é recebido pelo maxilar inferior, que o transmite ao ouvido médio,de onde vai para o cérebro.

Pesquisas recentes permitem afirmar que os dentes e os nervosos dentários também participam do sistema de informação dos golfinhos, transmitindo informações adicionais ao cérebro e permitindo maior exatidão na comunicação.

Assim que o eco é recebido o golfinho emite outro som e o tempo entre receber um eco e outro permite ao golfinho calcular a que distância está o objeto. Ele tem que processar várias informações simultâneas, mas é certo que acompanha seu objetivo principal com absoluta clareza. Ele é capaz de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e pode ecoar diferentes objetivos ao mesmo tempo, fatores que causam inveja aos seres humanos que operam um sonar.

O que também é certo é que seres humanos e golfinhos convivem bem desde sempre. E há antigos documentos gregos e romanos que dão testemunho de meninos e jovens que cavalgavam golfinhos. Esta prática é registrada em muitos países hoje em dia: nos Estados Unidos da América, na Irlanda, na França, Espanha, Austrália, Inglaterra.

Há também depoimentos, desde o tempo das Grandes Navegações, de golfinhos salvando vítimas de afogamento, empurrando-as até a praia.

Modernamente não há notícia de ataque de golfinho a seres humanos. Mas nos depoimentos de antigos navegantes há histórias de golfinhos que empurravam as pessoas para longe de seus barcos, afogando-as.

Ao contrário, há muita notícia de seres humanos atacando golfinhos, especialmente nos países asiáticos, onde o pênis e os testículos do golfinho são muito apreciados porque teriam notáveis efeitos afrodisíacos.

Nos golfinhos machos a abertura genital fica em frente do ãnus. E o longo pênis está quase sempre retraído e completamente dentro do corpo, emergindo apenas quando o golfinho tem uma ereção. O par de testículos também fica escondido dentro da cavidade abdominal, perto dos rins.

Nas fêmeas, a abertura genital também está na barriga, onde se localizam os órgãos genitais e urinários. As duas glândulas mamárias estão dos dois lados da abertura genital e os mamilos ficam retraídos. Depois do parto é que os mamilos se estendem. Mas o filhote não consegue (por causa do bico) sugar nos mamilos. Ele dá cabeçadas na barriga da mãe e faz escorrer o leite, que é recolhido com a língua para a boca. Para o observador, parece que o filhote a está atacando.

A inteligência dos golfinhos

A capacidade e a habilidade de comunicação entre seus pares é, para os cientistas, a melhor prova da inteligência dos golfinhos. E eles observam que, por mais inteligente que seja o ser humano, se ele for obrigado a gastar todo o seu tempo lutando para sobreviver (como nossos ancestrais lutavam) não vai sobrar tempo para pensar, ser criativo, fazer cultura.

Faltaria, aos golfinhos, tempo livre para pensar e ele precisa estar ´permanente alerta, usando o cérebro. Na verdade eles não têm condições nem para dormir, como nós: eles apenas desligam partes alternadas do cérebro, por alguns minutos, ao longo do dia, para dar algum descanso às células nervosas. Até porque, a cada oito minutos precisam respirar, o que para eles não é automático como para os seres humanos: é uma tarefa a realizar, com a ajuda do cérebro.

Aparentemente os golfinhos só fazem comer e brincar, mas o que consideramos uma brincadeira é o exercício necessário para dar descanso a uma parte do cérebro e um incentivo para as células novas.
A comunicação entre os golfinhos é feita com uma linguagem de assobios, dez vezes mais rápida do que a fala humana e em uma freqüência dez vezes mais alta

Uma peculiaridade interessante na comunicação dos golfinhos (e que supera a nossa capacidade de comunicar) é, com o uso do sonar, determinar a reação interna dos outros golfinhos, dos seres humanos com quem interage, dos peixes que come. Imaginem como seria se o ser humano pudessem saber como se sentem as pessoas à sua volta, se estão alegre ou tristes, calmas ou nervosas, satisfeitas ou zangadas. Ninguém poderia mentir para nós e nos enganar .

Os golfinhos têm excelente memória auditiva, mas não têm como registrar sua linguagem. Cientistas americanos estão tentando construir um programa de computador que permita traduzir os assobios do golfinho em sinais escritos e outros cientistas tentam na mão contrária: querem passar texto para a linguagem dos golfinhos.

Golfinhos em cativeiro rapidamente compreendem que a freqüência dos seus assobios é alta demais para os ouvidos humanos e logo baixam o nível, para poderem ser escutados. Também percebem logo que não conseguimos ouvi-los quando estão debaixo d'água e por isso mesmo, quando querem ser ouvidos, elevam os seus orifícios de respiração para fora d'água antes de emitir sons.

Os estudos científicos mais recentes mostram que os golfinhos têm um grande desenvolvimento psíquico, a tal ponto que podem compreender e compartilhar os problemas das pessoas com as quais convivem., a ponto de ficarem tristes e deprimidos, ou eufóricos, espelhando os seres humanos próximos a eles.

A complexidade do córtex cerebral de um golfinho é enorme e o número de circunvoluções cerebrais é, no mínimo, duas vezes maior que a dos cérebros humanos.. Além disso, eles têm 50% a mais de neurônios no córtex que o ser humano. Enquanto o nosso cérebro pesa, em média, cerca de 1.450 gramas, o dos golfinhos pesa cerca de 1.700.

Há muitas histórias de golfinhos em cativeiro que tiveram atitudes inusitadas e incompreensíveis, como insistir com um tratador para que ele saísse da piscina, na Flórida. O que conseguiram com muito custo. E não deixaram que ele entrasse mais. Quando o tratador começou a passar mal, com dores no abdome, é que outras pessoas perceberam que ele deveria estar com uma hemorragia interna, acudindo-o. Na sua volta do hospital os golfinhos permitiram que ele voltasse a nadar com eles.

Outra história: em uma piscina pública da Califórnia os golfinhos deixavam-se cavalgar por crianças, mas resistiam a permitir que uma menina os montasse. E todos os golfinhos deram sinais evidentes de preocupação e se mostraram estressados com as tentativas de introduzi-la na piscina. Logo depois ela desmaiou de dor, com o apêndice supurado, mas foi atendida a tempo.

Golfinhos fazem parte do brasão da cidade do Rio de Janeiro e eram muito freqüentes na Baía da Guanabara, antes da poluição. Eles "causaram muita surpresa e agrado" aos portugueses que, para homenagear São Sebastião, promoviam uma procissão religiosa, "seguida por muito deles, sem folguedos, como se estivessem contritos", no depoimento de frei Ignacio de Mont'Alvergue.

CURIOSIDADES

Os golfinhos são mamíferos, respiram pelos pulmões e as fêmeas têm filhotes que são amamentados mas não sugam as tetas porque os bicos não deixam. São animais capazes de nadar com muita rapidez, que têm grande mobilidade e são capazes de dar grandes saltos para fora d'água, não se sabe exatamente para quê.

Há pouca informação a respeito da origem dos golfinhos e praticamente não existem fosseis que possam contar bem essa história. Mas os especialistas em vida marinha dizem que a origem não foi na água: supõe-se que há cerca de 50 milhões de anos uma espécie de gato pré-histórico (Mesonychidea) começou a passar mais tempo na água do que em terra, à procura de alimento. E que, para melhor adaptar-se ao meio, transformou-se.

Ir para a água foi muito compensador para esse carnívoro terrestre, porque os animais marinhos eram uma nova e rica fonte de alimento, pouco explorada. Mesmo assim, dizem os especialistas, ainda passaram-se milhões de anos até que os primeiros cetáceos aparecessem nos oceanos.

Isso teria ocorrido há cerca de 45 milhões de anos e o primeiro cetáceo deve ter sido o Protocetidiae, um anfíbio, e é desse grupo que descendem os golfinhos, aquáticos, completamente.. Mas antes deles surgir o Dorudontinae (há 40 milhões de anos) e, entre 24 e 34 milhões de anos os Mysticeti e os Odontoceti, entre esses o Suqalodontae, bem parecido com os golfinhos modernos. Um aspecto principal fazia a diferença: os dentes. Nos Odontoceti os dentes eram quase todos diferentes, com várias funções, enquanto nos atuais golfinhos são praticamente iguais.

Há 24 milhões de anos surge uma nova família: a dos Kentrriodontidae, nos oceanos Atlântico e Pacífico e é desta família que nasce a superfamília Delphinoidea, cerca de 10 milhões de anos depois.

Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de diversas espécies de peixe. Muitos caçam em grupo, procurando sempre grandes concentrações, as chamadas escolas de peixe.

Alguns golfinhos, no entanto, preferem comer lula, e outros especializaram-se em mexilhões e camarão.

As orças (os maiores golfinhos existentes) comem de tudo e são os mais vorazes da família. Uma macho adulto devora cerca de 160 quilos de comida por dia. E além do que comem os golfinhos, atacam outros mamíferos,: focas, leões marinhos, outros golfinhos e chegam a atacar baleias.

Os golfinhos propriamente ditos não mastigam suas presas: engolem-nas. E é provável que todos usem uma espécie de sonar para localizar os peixes.
Ao contrário das baleias, a maior parte dos golfinhos não migra com a mudança das estações. No entanto, costumam viajar grandes distâncias por dia, a maior parte do tempo correndo atrás de alimento.

A designação de golfinho é aplicada às espécies de focinho alongado e em forma de bico, com um corpo elegante. O boto é uma espécie de golfinho, de menor tamanho, menos elegante, com focinho arredondado, mas que tem fama de conquistar mocinhas que se banham descuidadas nas águas dos rios da Amazônia.

segunda-feira, agosto 02, 2004

Aprofundando amizades

Quer dar umas gargalhadas clica no "pestinha"

domingo, agosto 01, 2004

Ando injuriado mais aqui tem amor

Temos de "trabalhar com mais intensidade a relação" ou "nos esforçar mais pelo sucesso do relacionamento" - tudo isso parecia-me assim filosofia de gaveta ou coisa de livro de auto-ajuda - e que ultimamente to começando a botar fé. A questão que eu coloco é: talvez o problema não seja do indivíduo deixar de ser romântico ou forçar uma barra, mas da incapacidade de que certos relacinamentos têm de cumprir função das promessas de felicidade. Criticar os hábitos do parceiro torna-se a conversa-padrão de um casal e a diversão favorita isso modifica e enfraquece ... tenho pensado tanto nisso - deve se a influência de um desses querubins safados ou um gênio ruim ... Jamais serei contra o amor ...E digo ao meu amor sénkiu, bêibi!!!!!